Agronegócios
Produtividade da soja avança e Brasil mira nova safra histórica em 2025/26
Com apoio técnico e soluções nutricionais de precisão, produtores elevam produtividade e sustentabilidade. De 2000 para cá, o país já multiplicou por cinco sua produção; com apoio da ciência, inovação agronômica e orientações personalizadas.Compartilhe: Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp Clique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram
BATANEWS/BATANEWS/O PRESENTE RURAL
Com o início da semeadura da safra 2025/26 se aproximando, produtores em todo o Brasil intensificam os preparativos para um ciclo que promete ser vigoroso. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima uma produção recorde de 169,49 milhões de toneladas de soja para a temporada 2024/25, um salto de 14,7% em relação à safra anterior.
Mais expressivo ainda é o avanço na produtividade: a média nacional deve alcançar 59.3 sacas por hectare, com destaques como o estado de Goiás atingindo 68.7 sacas/ha. Se compararmos com o início dos anos 2000, quando a produtividade média estava em torno de 40 a 45 sacas/ha, o aumento é notório, graças ao esforço conjunto de pesquisa, inovação tecnológica e práticas de manejo aperfeiçoadas.
“Esse avanço foi possível graças a um esforço coletivo da cadeia produtiva. Instituições de pesquisa, empresas e, principalmente, os produtores, que acreditaram e investiram fortemente em assistência técnica qualificada e tecnologia de campo, passando a entender que produtividade, sustentabilidade e rentabilidade caminham juntas', avalia Felipe Pozzan, que atua em empresa do setor.
Além de contar com produtos cada vez mais inovadores, seguros e eficientes, outro fator decisivo para o avanço da produtividade tem sido a democratização da assistência técnica e o acesso a recomendações individualizadas.
Ao longo dos últimos 25 anos, a sojicultura brasileira não apenas ampliou sua área cultivada, especialmente no Centro Oeste e no Matopiba, mas também elevou a eficiência nas lavouras já existentes, reduzindo pressão sobre novas áreas. Inovações como o plantio direto, a rotação de culturas, o uso de biotecnologia e adubação equilibrada contribuíram para esse salto quantitativo e qualitativo. “O setor ainda enfrenta desafios, como logística insuficiente e variabilidade climática, mas as ferramentas disponíveis hoje deixam os produtores mais preparados para enfrentá-los, com foco em produtividade sustentável', afirma Arthur Torres, que atua em empresa do setor.
Ele destaca ainda que, assim como o setor passa por um cenário dinâmico e em constante evolução, a celebração pelos 25 anos da empresa também traz consigo um olhar voltado para as próximas décadas. “A trajetória da sojicultura brasileira comprova que é possível avançar em produtividade e competitividade com responsabilidade ambiental. Com acesso à tecnologia e orientação técnica de qualidade, o produtor responde com desempenho e eficiência. Se o passado recente foi marcado por transformação, o futuro aponta para um Brasil cada vez mais preparado para liderar a produção global de alimentos com inteligência, sustentabilidade e alta performance no campo', salienta Torres.